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Diana

Diana

Nada acontece por acaso!

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O gosto e estima pelos animais vem de família. Lá em casa, todos temos um fascínio por animais, sobretudo por gatos. Como já referi anteriormente, desde que me lembro que tenho gatos em casa (também já tive um cãozinho). Cresci com eles. Atualmente tenho um, o Francisco de quem já falei. Os meus pais neste momento têm 4. Eles moram numa casa, não num apartamento, e os gatos deles (à exceção de uma), têm livre acesso a entrar e sair de casa quando querem. Por isso, passam grande parte do dia no passeio, pelo jardim, a dormir as suas sestas nas sombras das árvores. Isto, quando o tempo permite. No inverno as saídas não são tantas nem por tanto tempo.

 

Aqui à uns meses, encontraram um gato muito mal tratado. Estava dentro de um quintal particular, mas tornava-se evidente que o gato não era das pessoas dessa casa. Entretanto falaram com os donos da casa que logo lhes confirmaram que não era deles e que poderiam entrar no quintar quando quisessem para pegar no gato. Tarefa que se mostrou extremamente difícil. Para o apanhar teve de se pedir a uma pessoa que já estava acostumada a fazer este tipo de trabalho, que numa noite de inverno, de madrugada, o conseguiu apanhar com uma gaiola especial para o efeito. Foi entregue aos meus pais que o levaram ao veterinário. Afinal era uma gata, tinha o pelo todo estragado (era peluda), as pontas das orelhas e o nariz estavam pretos, por estarem queimados do frio. Fizeram-lhe uma tosquia, e deram banho. Medicaram, gotas nos ouvidos porque os tinha infetados e desparasitaram. Estavam criadas todas as condições para (mais) uma adoção feliz e tranquila, mas não foi bem assim. Pois que uma das gatas da minha mãe é extremamente suscetível a problemas do foro emocional e desde o minuto em que essa gata chegou a casa deles que ela deixou de comer e de sair do quarto. Aquela gata já era bastante magra, já se alimentava muito mal, então passou a um estado preocupante. Teve de ser muito acompanhada nesta fase e teve de ser alimentada à colher e com insistência para que comesse alguma coisa, além das vitaminas que lhe eram dadas! Como esta situação era incomportável, mas por outro lado, já todos estávamos apaixonados pela gatinha resgatada, a alternativa foi a gatinha nova ir morar para casa da minha irmã. Volta e meia lá vamos todos visitar a gatinha e matar saudades. Hoje em dia é uma gata gordinha, muito peluda e um doce. 

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No inicio desta semana, outro gato entrou na vida deles. Vinham os meus pais de carro e, já perto de casa o meu pai pára o carro e pergunta à minha mãe se não era um gatinho ali, no meio da estrada (era uma estrada em paralelo com alguns desníveis e buracos). Ela sai do carro e era mesmo um gatinho, bege clarinho, minúsculo. Tem entre um mês e um mês e meio. O mais assustador é que, antes do meu pai, tinham acabado de passar dois carros que ele não sabe como não o atropelaram.... ele deve ter ficado mesmo entre as rodas dos carros. Claro que não o deixaram para trás, trouxeram-no e está neste momento com eles a ver se resiste, uma vez que ele é mesmo muito pequeninho e magrinho. Já foi avaliado. Tem uma das patas da frente partida, que entretanto foi "soldada" naturalmente, mas ficou torta, então ele manca um bocado. O veterinário disse que ele acabaria por se adaptar ao posicionamento daquela patinha. Pesa neste momento 375gr. É amoroso, quer muito colinho e festinhas. Para já está com eles, mas a gata da minha mãe já voltou a deixar de comer e a sair do quarto. Enfim, logo se vê como as coisas vão correr, mas tenho para mim que eles já não se vão conseguir separar do fininho (nome em experimentação).